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quarta-feira, 8 de novembro de 2017

"Julio Paschoal" e Lula

Pensar o que de uma sociedade que apesar de todos os desmandos cometidos pelo ex Presidente Lula, ainda o colocam com 36,0% das intenções de voto, em que pese sua rejeição alcançar mais de 45,0%. 
Este cidadão institucionalizou a figura do laranja, que já existia a tempos, mais que com os arbítrios cometidos no período de seu governo e mesmo após sua saída ganhou novos contornos, com denúncias no âmbito da Operação Lava Jato, como a do sítio em Atibáia, de outro dono no papel, mais frequentado e reformado por empreiteira, que prestava serviços ao Governo Federal, por meio de contratos obtidos com propinas de toda ordem. Como se não bastasse o sítio, há também o triplex e o apartamento vizinho ao triplex e uma infinidade de bonécias, que não cabe aqui entrar no mérito, mais que foram divulgadas nos últimos três anos, pelos responsáveis pela Lava Jato, em todos os veículos de comunicação presentes no país.
Os apaixonados fazem os seguintes questionamentos: Onde estão as provas materiais? Cabe a quem denuncia, o ônus da prova.
A questão é que o crime de colarinho branco dificilmente deixa provas. Qual cidadão brasileiro, que estando na mesma situação do ex Presidente, estaria solto? Nenhum, principalmente o verdadeiramente de baixa renda, que vai preso por cometer pequenos delitos.
Portanto pergunta-se: Até quando esse cidadão continuará solto e zombando dos órgãos de justiça? E ainda se colocando como candidato a presidência? 

O que o diferencia dos que já estão presos, como ex Governador Sérgio Cabral, ex Deputado Federal Eduardo Cunha, ex ministros Antônio Palocci e Gedel Vieira Lima.

A demora na tomada dessa decisão o está colocando como mais uma vítima desse processo e dando a ele, apesar de tudo a condição de não só liderar, como também de vencer as eleições em 2018. Situação que será péssima para o país, uma vez que a própria população, estará lhe premiando por todos os atos ilícitos, que praticou ou que praticaram em seu nome. 

Vocês podem me indagar, que não foi apenas ele que cometeu atos dessa natureza, inclusive os integrantes de outros partidos. Respondo, quem cometeu atos ilícitos, devem pagar independente de que partido for, o que não pode são figuras como ele, que se colocam acima do bem e do mal, continuarem impunes e principalmente a classe mais baixa não ter o mínimo que se espera de uma economia capitalista ou seja: saúde, segurança pública, educação, transporte, moradias dignas e seguras, saneamento básico, dentre outros serviços essenciais à sobrevivência.

Vamos dar um basta nisso em 2018, votando consciente e não continuando como estamos enaltecendo quem não merece, como dados das últimas pesquisas do Data Folha, estampados na Folha de São Paulo de 5 de novembro de 2017. Situações como essas me inquietam e não dou conta de não dar minha opinião. Julio Paschoal

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