A defesa do BVA contra-ataca e atribui justamente ao BC a responsabilidade pela deterioração patrimonial do banco.
Entre a intervenção e a liquidação, o BVA passou de uma situação em que teria 76 centavos de ativo para cada 1 reais de dívida para a de 23 centavos de ativo para cada 1 reais de dívida.
"O BC está recorrendo a uma série de frases de efeito, em vez de explicar claramente o que aconteceu durante o regime especial (intervenção e liquidação). Dizer que tem documentos e não apresentá-los não é o que se espera de uma instituição como o BC", afirmou Cristiano Zanin Martins, sócio do escritório Teixeira Martins, que assessora o BVA.
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