A "Reforma Política" prometida por Dilma em campanha veio por Decreto que institucionalizou o "Toma lá, da cá" no Brasil

O Brasil acreditou na proposta de "REFORMA POLÍTICA" em 2013 e ratificada nas eleições deste ano, mas assistiu Dilma chantagear o Congresso Nacional via decreto e institucionalizar o famigerado "TOMA LÁ, DA CÁ".

Deputados e Senadores se venderam para mudar a Lei de Responsabilidade Fiscal porque a Presidente e seus auxiliares não foram capazes de cumprir o que ela estabelece.

O povo que não aprendeu a votar, não tem do que reclamar, já que os que estão lá na casa de leis, os representam e talvez seja esta a sua vontade.

De persona non grata no Planalto, o líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ), transformou-se em um valioso parceiro. 

Ele e a presidente Dilma mantinham há alguns anos uma péssima relação, mas, diante de uma ameaça de voto rebelde da bancada do PMDB, o deputado do Rio foi chamado e unificou os correligionários. 

O apoio pode ser pago com o aval de Dilma à sua candidatura à presidência da Câmara.

A fatura do Planalto com o presidente do Congresso, Renan Calheiros (PMDB-AL), também alcançou níveis inéditos.

Renan assumiu a responsabilidade de aprovar o projeto de alteração do superávit. 

Quando o relator da proposta, senador Romero Jucá (PMDB-RR), cometeu o deslize de solicitar que o governo reenviasse o projeto com pedido de urgência – manobra proibida por se tratar de tema orçamentário – Renan recompôs o ritmo da tramitação com a elaboração de um calendário especial. 

Ou seja, longe ou próximo dos holofotes, o presidente do Congresso atuou com o desembaraço político de costume.
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