A Receita Da Longevidade De Acordo Com Um Prêmio Nobel De Medicina





Sabe aquele amigo seu que passou dos 40 e aparenta ser mais jovem? Ou aquela pessoa muito mais velha que você, mas que têm energia e disposição de uma pessoa anos mais nova?



Na maioria das vezes, costumamos acreditar que isso se deve a “bons genes”, o que em parte é verdadeiro. Mas a ciência parece estar cada vez mais próxima de entender o “segredo” por trás da longevidade dessas pessoas.



Assim como nossa aparência nos fornece pistas sobre nossa idade cronológica - cabelos brancos e rugas - no interior do nosso corpo também é possível sabermos quão velhos já estamos. E essa resposta pode estar nos telômeros, a parte mais extrema dos nossos cromossomos.



Para entender melhor, imagine o cadarço do seu tênis: o cromossomo nesse caso seria o cadarço, enquanto os telômeros seriam as pontas de plástico que impedem que os fios se soltem.



Conforme os anos passam, os telômeros acabam ficando mais curtos, fenômeno esse ligado ao envelhecimento e uma maior exposição a doenças.



Quem descobriu essa relação foi a pesquisadora Elizabeth Blackburn, cujo trabalho lhe rendeu um prêmio Nobel de Medicina em 2009.



Ela também é autora de um livro - “O segredo está nos telômeros”- que explica como nossa alimentação, nível de atividade física, saúde mental e até nossas relações sociais influenciam no comprimento dos telômeros.



O mais interessante é que, apesar dos telômeros terem impacto decisivo em nosso envelhecimento, eles são capazes de se regenerar e até mesmo aumentar de tamanho ao longo da vida.



Segundo a pesquisadora, o estresse é um dos grandes vilões da vida moderna. Além do estresse mental, pessoas que sofrem com transtornos de ansiedade e depressão também apresentam telômeros mais curtos. E, quanto mais severo for, mais curtos são os telômeros.



Ela explica que esses estados emocionais exercem grande impacto no envelhecimento das células. Por essa razão, doenças do coração, pressão alta, diabetes e outros problemas de saúde tendem a aparecer mais cedo e mais rapidamente em pessoas que sofrem desses males.



A boa notícia é que se você tratar eficazmente a ansiedade e a depressão, os telômeros também serão afetados de forma positiva. Se você é uma pessoa estressada, praticar meditação tem demonstrado ser um ótimo remédio.



Deixar de ser sedentário e praticar exercícios físicos moderadamente também tem demonstrado ser ótimo para prevenir o envelhecimento das células. Mas como tudo na vida, o exercício só é bom se não for feito em exagero.



Como você deve imaginar, a dieta também tem papel importante no comprimento dos telômeros. E nesse caso, ela recomenda a dieta mediterrânea.



Outro aspecto importante é o bairro onde você mora. Se você mora em uma região violenta ou que você considere insegura, isso pode afetar seu estado emocional e elevar o estresse, afetando também o comprimento dos telômeros.



Além disso, a vizinhança também pode ter um papel importante no envelhecimento. Seus vizinhos se ajudam mutuamente? Confiam um nos outros? Pessoas que vivem em locais com baixa coesão social apresentam um envelhecimento celular mais expressivo, sendo o contrário também verdadeiro.



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*O acompanhamento de um profissional da área de saúde é fundamental  para uma boa saúde. O Natureba é um espaço informativo, de divulgação e educação com temas relacionados a saúde, nutrição e bem-estar. As informações e sugestões contidas neste vídeo têm caráter meramente informativo, não devendo ser utilizado como substituto de diagnóstico ou diagnóstico médico sem antes consultar um profissional de saúde - médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas.



OBS: Remédios naturais também tem efeitos colaterais, já que agem de formas diferentes em cada organismo, por isso antes de usar qualquer tratamento alternativo consulte sempre seu médico.

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Questão Brasil - 09/04/2019