É do jogo político definir quem apoia quem e quem abre mão do quê

Bastidores: Corre a boca miúda em Brasília que com o "não" de Josué Gomes à Alkimin, o DEM é o favorito para indicar o vice da chapa. Mas a negociação nessa esfera implicaria envolver as definições sobre apoios regionais de ambas as legendas. Em São Paulo por exemplo, o vice de Doria será do DEM. 
Neste disse me disse, segundo Andreia Sadi do G1, Mendonça Filho desponta como favorito ao posto de vice, mas lideranças graúdas do partido querem um acordo mais palpável, ou seja, ao invés de indicar o vice, eles querem o apoio do PSDB para a reeleição de Rodrigo Maia a Presidência da Câmara Federal, entendendo que as chances de manter a presidência de um dos poderes da República é maior do que Geraldo subir a rampa do Planalto.
As más línguas dizem que essa segunda opção é a posição defendida por Ronaldo Caiado, mas não souberam informar se o Senador do DEM de Goiás poderia apoiar ou receber apoio do alto-tucanato em Goiás, caso o pleito por aqui entre na conta da negociação, e nem como ficaria outros aliados da hora que tem outro presidenciável favorito? 
Alguém sempre lembra que dos quatro mandatos de governador conquistados por Marconi Perillo, três foram com o apoio e o voto do pré-candidato ao governo pelo DEM, senador Ronaldo Caiado, então o democrata apoiar um tucano e vice versa não seria nenhum absurdo.
Respostas a essas e outros questionamentos nos próximos capítulos, que necessariamente são discutidos nas sombras de Brasília, mas que vão ser sanadas pelas convenções.

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