A lista de Fachin recheada de Tucanos e Ministros rivaliza na mídia com Odebrecht que diz a Moro: "destinei 13 milhões a Lula"

As tais provas cabais contra Lula custam à aparecer, todos os dias alguém diz que o depoimento de fulano, ciclano ou beltrano podem complicar a vida do ex-presidente do Brasil. Lula não foi para cadeia ainda porque o Juiz Sérgio Moro só tem contra ele indícios de que ele tenha cometido algum crime, assim como o Ministério Público Federal em seu Power Point só tem convicção de ele seja o chefe máximo do esquema criminoso, o que coloca para os brasileiros a palavra dos delatores contra a do ex torneiro mecânico que virou Presidente do Brasil.

A Odebrecht diz que deu o dinheiro a Lula em mãos, e em espécie, o que nos remete ao fato de que o dinheiro não tem rasto, cabendo a Marcelo Odebrecht provar que o dinheiro foi mesmo entregue a Lula por meio de um emissário. muitos de nós brasileiros, em algum momento, sendo admirador ou não de Lula já vislumbrou sua prisão, mas é pouco provável que ele seja preso antes de Aécio Neves, José Serra, Marconi Perillo ou Geraldo Alkimin, sim, porque os Tucanos sem a blindagem da mídia se mostram tão enrolados quanto os petistas deste país.

O vazamento da lista de Fachim era pra ser o assunto principal desta "semana santa", mas a mídia resolveu repercutir o depoimento, também "vazado" sem imagens ou áudio, de Marcelo Odebrecht, onde ele diz que deu dinheiro a Lula, o Jornal Nacional perdeu mais de hora do seu precioso tempo para expor a lista e as desculpas dos investigados, deixando claro que só aqueles que são considerados "corruptos importantes" seria apresentados naquele primeiro momento.
O Governo "Golpista ou Ilegítimo" de Michel Temer não escapou ileso desta "Terça Feira Santa", seu calvário ficou evidente tendo na lista de Fachin 9 Ministros de Estado, o que tira por completo a credibilidade da gestão, formada em sua maioria por suspeitos de saquear o país em algum momento da história. Assim como aconteceu com petista num tempo recente, PMDB e PSDB são a bola da vez nas investigações no Supremo Tribunal Federal.

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Questão Brasil - 09/04/2019