A corrupção corroeu patrimônios, reputações, sonhos e a própria Democracia. Falar em "IMPEACHMENT" é golpismo ou a única saída?

A palavra americanizada soa mais rebuscada, mas o impedimento de um governante acaba sendo muito mais feio do que querem pintar alguns. Antes de chegarmos a este ponto é preciso contabilizar o tamanho do rombo em uma única empresa estatal, imagina se passarmos o pente fino nas 39 pastas dos ministérios do atual governo... As empreiteiras inidôneas estão permeadas por todo lado na gestão Dilma Rousseff. 

Um lugar onde se discute e aprovam leis que regem este país, esta se tornando um picadeiro e a população só tem visto palhaçada de parte à parte, e que nos desculpem os astros do circo, mas é barraco atrás de barraco sem nexo ou fundamento para a discussão, afinal de contas, as rusgas são muitas vezes pessoais ou temáticas pois todos querem mesmo é estar no poder.

O discurso do Senador Cassio Cunha Lima gerou reação imediata do Senador Lindbergh Farias (PT-RJ), que acusou os tucanos de serem "maus perdedores". De fato os integrantes do PSDB estão ruminando ainda a derrota, a dificuldade esta sendo engolir que perderam uma eleição praticamente ganha, apesar de ter posto na disputa um nome fraco e com muitas questões sem explicação.

Mas o Senador Petista que já foi protagonista na derrubada de um Presidente corrupto, não pode tirar de todo a razão de seu colega, uma vez que se a Presidente não esta com as mãos sujas, muitos dos que estão à sua volta e ajudaram a reelege-la estão. Isso também é um fato que nem cabe discussão, pois o impeachmant pode ser necessário para frear a sede e a gula de alguns companheiros de Dilma.

O petista foi líder do movimento pelo impeachment do então presidente Fernando Collor, hoje líder do PTB no Senado. Irritado, Lindbergh disse que não era golpista na época e que naquela ocasião havia fatos concretos. E agora? Com tanta gente presa a quase um ano, as delações premiadas e acordos de leniência embasariam qualquer pedido de punição para a Presidente e seu partido, com um atenuante a mais na questão... O povo não confia mais na Presidente.

Cássio Cunha Lima disse que falar em impeachment da presidente Dilma Rousseff não pode causar "arrepios", alegando que quem fala nisso é o "povo" e não a oposição.Ele criticou a escolha de Aldemir Bendine para presidir a Petrobras. O tucano chamou Bendine de "tarefeiro do PT".
Líder do PSDB no Senado diz que falar em impeachment não ‘é golpismo’ - Jornal O Globo


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Questão Brasil - 09/04/2019