Prisão de João Paulo Cunha atrasa e pressão por renúncia aumenta

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, saiu de férias nessa terça-feira, 7, sem expedir o mandado de prisão do deputado federal e ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT-SP). Com isso, fica sob a responsabilidade da ministra Cármen Lúcia, que substitui o ministro, a tarefa de decretar oficialmente a prisão do petista. Barbosa antecipou suas férias, inicialmente previstas para começar no dia 10 de janeiro, e só deve voltar ao trabalho em fevereiro, quando termina o recesso do Judiciário.

O ocaso da carreira política do primeiro presidente da Câmara dos Deputados da era petista no governo federal, João Paulo Cunha (SP), simboliza o encerramento no PT de uma safra de políticos que emergiu ao poder ao lado de Luiz Inácio Lula da Silva em 2003 e, não fossem os escândalos no primeiro mandato, poderiam ser hoje os principais nomes do partido para disputar as eleições de 2014.

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Questão Brasil - 09/04/2019